Olá!
Ainda não sei bem o que chamar a este tipo de posts. Reflexões? Aleatoriedades? São coisas do quotidiano, que precisam de ser discutidas, lembradas e relembradas. Enfim, é uma nova ideia que pretendo trazer aqui para o espaço, originária de textos que tenho escrito, à mão, quando a internet não colabora comigo.
Hoje quero falar de um assunto muito sério e sensível, um flagelo diário, uma questão de saúde pública.
Passo a explicar o que se anda a passar. Depois de 6 meses sem conduzir, voltei às estradas de Portugal e todos os dias passo por uma cidade, que como qualquer outra tem passadeiras (ainda por cima daquelas com lombas, que obrigam a circular a baixa velocidade para evitar ficar sem a suspensão do carro). Todos os dias tem sido uma luta para tentar não atropelar ninguém. Porquê? Porque muita gente não sabe atravessar passadeiras em segurança.
Ainda não sei bem o que chamar a este tipo de posts. Reflexões? Aleatoriedades? São coisas do quotidiano, que precisam de ser discutidas, lembradas e relembradas. Enfim, é uma nova ideia que pretendo trazer aqui para o espaço, originária de textos que tenho escrito, à mão, quando a internet não colabora comigo.
Hoje quero falar de um assunto muito sério e sensível, um flagelo diário, uma questão de saúde pública.
Passo a explicar o que se anda a passar. Depois de 6 meses sem conduzir, voltei às estradas de Portugal e todos os dias passo por uma cidade, que como qualquer outra tem passadeiras (ainda por cima daquelas com lombas, que obrigam a circular a baixa velocidade para evitar ficar sem a suspensão do carro). Todos os dias tem sido uma luta para tentar não atropelar ninguém. Porquê? Porque muita gente não sabe atravessar passadeiras em segurança.
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| Fonte - Alessio Manzan |
