Morar sozinho

TAG: Morando sozinha - Vida de Universitário

setembro 01, 2016


Bom dia, alegria!
Chegamos a Setembro, época em que muitos jovens ingressam na Universidade. Momentos de grande alegria e algum nervosismo, já que para muitos implica começar a viver fora de casa dos pais, sozinho ou com colegas que não conhecem.
Eu sou finalista, já ando nesta vida de faculdade há 6 anos e, para quem não sabe, eu sou das ilhas e tive de me mudar para o continente. Mais pormenores não escrevo agora porque foi precisamente por causa disso que decidi responder a esta TAG que encontrei. 
Com a quantidade de dúvidas que poderão surgir achei que esta TAG tinha questões interessantes e que provavelmente correspondem às dúvidas que a maioria dos jovens (e quem sabe de vocês que me leem) terão.


1 - Como foi sair de casa? Conte a sua história.
Eu saí de casa para ir para o continente depois de ingressar na Universidade. Não sabia bem em que Universidade iria calhar

2 - Qual é a coisa que você mais gosta de fazer em casa?
Comer o que quero às horas que quero. A sério! Se me apetecer comer alface para o almoço às 4 da tarde posso fazê-lo sem ter ninguém a me chatear xD

3 - Qual é a coisa que você menos gosta de fazer em casa?
Limpar a casa. Eu gosto de ter as coisas bem arrumadas e limpas e para obter esses resutados perde-se algum tempo, tempo esse que é precioso principalmente quando se tem de estudar para exames ou temos trabalhos para fazer ou apresentar.

4 - Como foi planear a saída de casa?
Sinceramente não deu para muitos planos. Eu já estava a contar que ia ficar fora da ilha por isso já tinha marcado a viagem de avião com alguma antecedência (sim, porque nesta altura podem acreditar que todas as companhias aéreas inflacionam o preço por saberem que é uma altura em que há mais procura do que oferta).As colocações só são conhecidas praticamente uma semana antes das aulas começarem, por isso toda a parte restante como fazer malas e encontrar casa foi feita um pouco à preça.

5 - Quanto custa morar sozinho?
Depende de muita coisa: da cidade, no local na cidade, do tipo de alojamento e se vivem sozinhos ou com alguém. Vou vos dar o meu exemplo. Eu vivo num apartamento com a minha colega de casa, numa zona porreira de Braga, bem localizada, com farmácia e mercearia ao lado. Cada uma de nós paga 150€ pelo aluguer da casa mais as despesas (que variam entre os 40 a 70€ mensais, isto contando com internet, água, eletricidade, gás). Depois têm as despesas gerais como as de supermercado que devem rondar os 30 a 40€ (isto a comprar alimentos saudáveis, peixe, etc.)
Portanto, se eu vivesse sozinha gastaria praticamente 400€. A adicionar a isto terão de ter em conta as propinas, os livros/fotocópias, carro (se tiverem) e lazer. 

6 - Dicas para quem vai comprar ou alugar apartamento
Vou colocar isto por tópicos:
- se a vossa situação financeira não estica, o melhor mesmo é dividir o apartamento com alguém. Assim, se conseguem um apartamento com melhor qualidade do que se fossem alugar sozinhos um T0 ou T1
- pesquisem em vários sites o tipo de preços que são praticados na zona para onde vão morar
- procurem saber quais as zonas "mais seguras" e "mais perigosas" da cidade
- na minha opinião, às vezes compensa viver mais longe do local de trabalho/faculdade, se o preço for mais baixo, se as condições forem melhores e, principalmente, se houver grande acessibilidade, por exemplo, metro ou autocarros. Alias, um apartamento perto de transportes públicos é uma mais valia-
- se o aluger vai ser provisório é melhor procurar algo já mobilado

7 - Problemas de morar sozinho
A solidão. Vai haver alturas em que vão desejar ter alguém com quem conversar e não vão ter, seja porque estão sozinhos ou porque o vosso colega de casa tem exame e está a estudar. Depois é terem de resolver todos os problemas que surgem na casa. O senhorio nem sempre vos pode dar a mão e vão ter de se desenrascar sozinhos. O google vai ser o vosso melhor amigo nestas situações.

8 - Qual é o melhor jeito de fazer amizade com os vizinhos?
Eu não tenho relações de amizade com a minha vizinhança, mas sou cordial, ou seja, digo sempre "bom dia", "boa tarde". A partir daí, se houver alguma pessoa interessante a conversa até pode fluir mais.

9 - Já teve algum problema com os seus vizinhos? Como foi?
Felizmente não muitos. Eventualmente um pouco mais de barulho devido a festas de amigos ou festas mais íntimas (se é que me entendem)

10 - Qual foi a maior situação de dificuldade que passou morando sozinho?
Assim de repente nenhuma. Só mais às vezes a falta de tempo (e vontade) para cozinhar.

11 - Qual o caso mais engraçado que você passou morando sozinho?
Uma vez apareceu um ninho de vespas na minha varanda. O pânico, a tragédia, o horror! Ainda por cima não podia abrir a janela, porque arriscava-me a ficar com aqueles bichos no quarto e ser picada. Não tinha insecticida, portanto fui ao senhor google pesquisar técnicas de assassinato de vespas (os defensores de animais que me perdoem, mas teve mesmo de ser). Encontrei uma que consistia em atirar água com sabão de loiça para cima delas. Devo ter demorado uma hora para ganhar coragem para atirar aquele conteúdo, mas, por fim, no meio de berros, lá consegui fazê-lo e deve ter demorado menos de 5 minutos.

12 - Foi solitário sair de casa dos seus pais e morar sozinho?
Há momentos que sim, principalmente quando é preciso fazer um monte de coisas e o tempo não estica. Mas, na maioria dos dias, ter a liberdade para fazermos as nossas coisas, da maneira que queremos e quando queremos é muito gratificante.


Espero que tenham gostado das minhas respostas e que tenham sido úteis. Novamente peço que se responderem a esta TAG deixem o link nos comentários, porque eu gostava de ver as vossas respostas e até pode ser útil para futuros caloiros.
Até à próxima 
xoxo

Personal

UPDATE - Os incêndios e a pausa bem merecida

agosto 18, 2016


Olá!!
Em primeiro lugar, desculpem a ausência de posts. Eu estava a editar algumas fotos e até já tinha uns textos em rascunho mas infelizmente tive de interromper tudo. Porquê? Porque dia 8 de Agosto, estava eu a ver os jogos olímpicos, quando de repente notei que estava a escurecer. Quando olhei pela janela, vi uma nuvem castanha alaranjada e imediatamente percebi que havia um incêndio. Sai à rua e imediatamente percebi que estava relativamente perto da minha casa, já que o cheiro a fumo era quase insuportável. Virei-me e olhei para a montanha. Estava tudo em chamas, chamas essas que estavam mesmo em cima das casas. De imediato liguei-me as redes sociais. Falava-se de um incêndio que grandes proporções, incontrolável, que ameaçava tudo à sua passagem. Liguei a televisão à procura de mais informações. Nessa altura, a RTP Madeira ainda não se debruçava sobre este problema, mas a CMTV, canal que tanto critico, já estava no local. Para terem a noção do estado do tempo, aqui na minha zona estavam 39 graus, humidade inferior a 20% e vento muito forte. Portanto, tinhamos aqui a receita para o desastre.

O céu continuou a escurecer e tornou-se cada vez mais difícil de respirar. Por esta altura, já o incêndio se tinha propagado para a Alegria, São Roque, uma zona acima da minha casa. Todos os vizinhos estavam na rua, todos com o mesmo ar de preocupação. Era bastante audível o barulho das sirenes dos bombeiros a passar e a movimentação de carros na minha rua era anormalmente alta. Normal, visto que o acesso principal a essa zona estava fechada e a minha rua é uma espécie de atalho.

Entretanto, já todos os canais portugueses davam conta do problema. Nem a temperatura nem o vento faziam questão de abrandar. O incêndio começou a propagar-se cada vez mais. Às 5 da manhã, telefona a minha mãe em sobressalto a dizer que a Fundoa estava a arder e que as pessoas estavam a ser evacuadas. No meu jardim, caiam fagulhas. Valeu a entreajuda entre vizinhos, o que fez com que nenhuma das casas da minha zona fosse prejudicada. O dia amanheceu com imagens aterradoras da destruição provocada. As chamas atravessaram novamente o vale e foram ter à freguesia do Monte. A certa altura a situação, de facto, parecia estar controlada, graças ao trabalho incansável dos bombeiros, militares, polícias, voluntários, etc. Só que havia uma coisa que não parava. O vento. E, do nada, as chamas desceram as serras e aproximaram-se vertiginosamente do centro. Eu estava em casa, sozinha, porque os meus pais tiveram de ir trabalhar, e observei a nuvem de cinzas que descia até à cidade. 

O caos instalou-se. Trânsito caótico. Era impossível os meios chegarem às zonas afetadas. Claro que para as chamas não havia barreiras. Essas cresciam e destruiam tudo o que encontravam. As pessoas esperavam e desesperavam por meios que pudessem ajudar, já que de repente aparecia focos em todo o lado. Pelo Facebook, vi amigos meus a escrever que tiveram de fugir de casa. Pela televisão, vi as chamas a ameaçar a minha escola secundária. Nesta altura, as coisas estavam calmas na minha zona, mas o coração doía por testemunhar o sofrimento alheio, com um sentimento de impotência, porque não podia fazer nada.

Agora, que parece que o inferno finalmente passou mais, é tempo de fazer contas: às perdas humanas e às perdas materiais. Também é tempo de reerguer a nossa cidade. Depois de ter passado na escola para onde foram os doentes de um hospital evacuado para questionar se precisavam de ajuda (felizmente, já tinham a situação controlada) dei um saltinho o centro da cidade. Apesar do alarido da comunicação social, pelo menos no centro a destruiçao não foi muito grande. Na verdade, o que ardeu foi, coincidência ou não, foram prédios abandonados. O mais surpreendente, é que olhei com mais atenção para o coração do centro e apercebi-me que o que não falta são prédios abandonados, com material volátil (ou seja, mato seco). Dá que pensar, a tragédia poderia ter sido pior.

Então, o que andei a fazer estes últimos dias?
Limpezas. Foi cinza por todo o lado: carros, quartos, tapetes, roupa. Foi preciso lavar praticamente tudo o que estava a secar. Depois arranjamos o jardim, de modo a desaparecer com as folhas secas que cá haviam. Finalmente, fui uns dias até à casa da minha avó, no campo, para igualmente proceder a limpezas (a casa está vazia, porque a minha avó já morreu, mas continuamos a preservar a casa como podemos).
Após esta trabalheira toda fizemos um merecido descanso com várias idas à praia.

Vou tentar atualizar o blogue e voltar a editar as fotos que tinha (porque, graças à Lei de Murphy, esqueci-me de guardar as fotos editadas).
Até à próxima
xoxo

Isto está muito mau

agosto 09, 2016


Bom dia, alegria!
Só vim aqui atualizar porque isto aqui está muito complicado. Neste momento as serras do Funchal estão a ser fustigadas por incêndios descontrolados. A minha casa está relativamente perto de uma das frentes pelo que estou de vigilância desde ontem. Se o vento acalmasse seria o melhor

Até à próxima
Xoxo

Budapeste

Budapeste - The Invisible Exhibition - Quando perdemos um sentido

agosto 05, 2016


Bom dia, alegria!
Quando estive em Budapeste não andei sempre de câmara na mão. Em alguns sítios não era permitido tirar fotografias e noutros eu fui tirando fotografias com o telemóvel. Só que o meu telemóvel começou a manidestar os seus problemas. Primeiro, tinha muita dificuldade em carregar a bateria (que se ia num instante porque eu tinha os dados ligados para poder utilizar os mapas). Segundo, certo dia, regressava eu de Brastislava quando, à rebelia, ele decidiu bloquear e não iniciar (sabem aquela parte introdutória dos Samsungs que aparece o logo da empresa? Não passava daí). Resultado: tive de formatar o telemóvel e perdi um monte de fotos.
Na saga de posts que se segue falar-vos-ei de alguns sítios que visitei e que gostei mas para os quais não tenho fotos da minha autoria.

O primeiro é sobre uma espécie de museu que faz visitas guiadas, chamado Invisible Exhibiton ou Exibição Invisível, se traduzirmos literalmente para português. Não, não se trata de uma sala com coisas invisíveis. Na verdade trata-se de perdermos um dos nossos sentidos durante uma hora. Neste caso, perdemos a visão.

Fonte: TripAdvisor
Como é que isto funciona?
O espaço é constituído por várias salas as quais não conhecemos o que vamos encontrar. Apenas sabemos que vamos ser guiados. Mas estes guias também não têm percepção visual. Nem das salas nem do mundo que os rodeia. Na verdade, os nossos guias são invisuais, uns desde nascença outros porque perderam a visão por alguma circunstância da vida, seja doença ou acidente.
E é este o objetivo: mostrar a nós, que vemos, as dificuldades que os invisuais têm nas tarefas do dia-a-dia.

O que sentimos assim que entramos no escuro é verdadeiramente esmagador. É um misto de pânico, medo e tristeza. A frequência cardíaca subiu muito e comecei a transpirar. Cheguei a pensar que ia desmaiar. O que me descansava é que ao fim de uma hora iria voltar a ver. Ao mesmo tempo senti-me tão mal pelas pessoas que infelizmente não têm capacidade de ver o mundo como nós o vemos. E, de facto, podemos nos aperceber dos desafios diários que estes heróis têm. Cada sala dizia respeito a uma atividade do quotidiano: cozinha, rua, parque. Era nos pedido para identificarmos objectos como telefone, televisão, comando, etc. Ao fim de alguns minutos e depois de habituada à escoridão fiquei mais calma. O tacto e a audição foram os nossos melhores amigos. Devagarinho consegui-me movimentar, até porque mantinha sempre a mão no ombro de alguém. Os momentos mais dificeis eram ter de se orientar sem estar agarrado a alguém.

Ao fim de uma hora voltamos a ver a luz e podemos conhecer melhor a nossa guia, que ficou cega aos 8 anos devido a uma doença. Uma das pessoas do nosso grupo chegou até a jogar xadrez com ela.
No fim ficou uma experiência muito marcante, que me fez olhar para o mundo de uma forma diferente e agradecer por ter a sorte e a honra de poder conhecer o mundo com os meus olhos.

Até à próxima
xoxo

Erros

A Medicina nas Novelas

agosto 04, 2016


Olá!
O post de hoje vai ser muito rápido (estou a editar fotos) e a ver a novela com a minha mãe. Não sou propriamente fã de novelas mas gosto de fazer companhia à minha mãe e à medida que vou trabalhando no computador vou olhando para a televisão. 
Não sei se é moda ou se é habitual a popularidade que a profissão médica tem em novelas. Não tenho nada contra isso. Mas tenho problemas com a forma como ela é representada. Não sei se a culpa é dos argumentistas ou se os actores não fazem pesquisas prévias para melhor desempenharem o seu papel, porque os erros que comentem são, no mínimo, hilários. Claro que alguns passam despercebidos a que não está na área, só que eu sou apologista de que quando se está a representar uma profissão, esta deve ser retratada da forma mais fiel que existe.
Eis a lista:

- o clássico: pessoa em paragem cardíaca toca lá a dar o choque. Que se lixe a via aérea, que se lixe se existe pulsação, que se lixe a assistolia. 
- segurar os instrumentos de forma errada: os instrumentos cirúrgicos pegam-se com o polegar e o dedo anelar (não com o dedo do meio). A sério, não custa nada aprender isto e dá sempre um ar mais realista
- pessoas com roupa normal na salinha de desifenções da sala do bloco. Terreno fértil para superbactérias. Opá, nem em clínicas!!
- sem máscaras dentro da sala de cirurgia. Lá se foi o controlo de infecções outra vez.
- duas pessoas serem operadas na mesma sala (porque era um transplante). Really? Já agora o facto de uma cínica privada minúscula fazer um transplante de um dia para outro é mega realistíca. Porque toda a gente sabe que a compatibilidade entre pessoas (ainda por cima casadas) é super comum.
- one man show.. traduzindo: uma cirurgia só é realizada por uma pessoa! Enfermeiro instrumentista, cirurgião assistente, anestesista, enfermeiro de anestesia e enfermeiro que auxílio nem vê-los.
- miúdo cai com a cabeça, é fazer logo TAC. Que se lixe o exame físico, que se lixe a internamento para observação, que se lixe a carga astronómica de radiação que o miudinho vai receber na cabeça
- artigos científicos que saem em revistas conceituadas com um autor único. Não acontece. Já vi artigos com 40 autores, agora pensem.
- porque uma equipa de investigação chegou primeiro ao fármaco paramos a nossa investigação. Não. Se não está pantenteado, continuam com a investigação, corrobam ou contrariam os resultados e ambos publicam o artigo. 

Tudo isto, só num dia, em duas novelas diferentes.

As melhores até agora:
- Administrem á uma benzodiazepina (que é uma classe de calmantes, da família do Xanax) a esse tipo porque está em paragem cardíaca
- Admistrar insulina porque este tipo está com uma hipoglicemia grave (só se for para morrer mais depressa)

Enfim, eu gosto das coisas bem feitas, provavelmente quando retratam outras profissões também cometem erros básicos. Deixem nos comentários se tiverme exemplos.
Até à próxima
xoxo

Essenciais

Praia - o que vai na minha mala?

agosto 02, 2016


Olá!
Vivendo numa ilha, com clima subtropical, em que as temperaturas médias nesta altura ronda os 27 graus e com o mar a 15 minutos de casa, não surpreendo ninguém quando digo que vou à praia quase todos os dias, de manhã. Assim, sendo eu uma profissional da praia (risos) achei que seria interessante falar-vos sobre aquilo que levo comigo quando vou para a praia. Das coisas mais obvias às menos óbvias.

A roupa
Vou fazer um post com algumas ideias e com aquilo que normalmente uso (o chapéu e as sandálias de praia fazem parte dos looks de Verão)

A Mala
Eu sou apologista não se deve investir muito numa mala de praia, já que esta vai ser constantemente sujeita a variadas condições, que involvem muito sol, areia e mar. Eu costumo aproveitar aquelas promoções dos protectores solares, que na compra de vários produtos oferecem a bolsa de praia.

Azur
Fonte

Lá dentro o que levo?

Óculos de sol: essencial para protecção contra a luminosidade e radiação ultravioleta. Existem em vários preços, certifiquem-se que tem o essencial.

Toalha de praia: não precisa de muitas explicações, é onde se vão deitar! Existem uns modelos muito giros, leves e compactos e que não se agarram à areia.

Protectores solares: obrigatório usar! Para além de hidratarem a pele, ajudam-na a proteger contra a radiação ultravioleta que provoca não só o envelhecimento precoce como também neoplasias da pele. Vou fazer mais uns posts sobre este assunto, portanto não se esqueçam de seguir blogue.

Telemóvel: seja para as selfies, seja para ficar contactável. Como tenho um Iphone e tenho medo que mo roubem às vezes não o levo para a praia e uso o da minha mãe. De qualquer forma, e como todas as coisas que têm valor, devem guardá-las à longe de olhares indiscretos

1 - óculos de sol Versace
2 - Iphone SE
3 - Elásticos invisibobble
4 - Protectos Corpo Ambre Solaire
5 - Protector Cara Avène
6 - Batom La Roche Posay
7 - Pente (parecido)
8 - Água9 - Revista Elle
10 - Carteira
11 - Toalha de praia
12 - Melão
Carteira: só com os documentos essenciais e obrigatórios (sim, estou a falar do cartão de cidadão) e algum dinheiro caso vos apeteça comprar aquela bola de berlim ou um gelado. Também aqui podem guardar a chaves do carro

Revista/Livro: apesar de adorar estar a torrar ao sol de braços abertos, de vez em quando também gosto de me atualizar pelo que aproveito para levar uma revista comigo ou então algum livro muito interessante

Elásticos: para quem tem o cabelo comprido e não o quer molhar. Gosto destes da imagem porque não estragam nem deixam marca. Ao amarrar, tentem não deixar nenhuma parte do couro cabeludo à vista porque também aí podem apanhar um escaldão (sim, aconteceu-me este ano). Para arranjarem melhor o cabelo ou para o desembaraçarem vão, obviamente, precisar de um pente.

Comida/Bebida: Quem não tem ataques de fome na praia? Para evitarem gastar dinheiro em coisas menos saudáveis, podem optar por levar peças de fruta (adoro melão e melancia!) ou bolachas. Levem ainda uma garrafa de água, já que com o calor vão desidratar

Extras

Roupa interior: - se tiverem acesso a balneários e se não forem logo para casa é uma boa opção para não ficarem com a roupa toda molhada ou manchada

Bikini extra: estava eu um dia no Balaton, lago da Hungria, quando ao me levantar a parte que segura a parte de cima do bikini partiu. Resultado: quase acabei em topless. A partir de aí, se eu levo um fato de banho susceptível a acidentes desse tipo levo sempre uma parte de cima extra, de atilhos, para o desenrasque.

E aqui estão os meus essencias, acho que não mes esqueci de nada, senão deixem nos comentários o que levam
Até à próxima
xoxo

Budapest

Ouvir em modo replay #10 - Saudade!

agosto 01, 2016


Bom dia, alegria!
Faz hoje um ano que parti durante um mês para Budapeste. Tenho saudades das pessoas que conheci, das ruas que percorri, do calor seco, das vistas fantásticas e da arquitectura diferente. O tempo passa mesmo a correr! Cheguei a Budapeste no dia 1 de Agosto de 2015, após 4 horas de viagem, às 5 da manhã. Foi uma aventura para chegar à residência, mas lá chegamos.
Assim, em honra dessa memória coloco aqui a música que marcou essas férias.


"My house in Budapest
My, my hidden treasure chest"


Julho passou a correr e tenho a certeza que Agosto vai pelo mesmo caminho. Vou tentar manter a frequência de postagens, só que em Agosto irei, em princípio, ser operada pelo que pode haver uma ou duas semanas que não estarei por aqui. Mas isso, depois vê-se
Até à próxima
xoxo  

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