Já tenho internet de volta, a minha gripe já passou e parece que o mau tempo veio para ficar, portanto são necessárias muitas precauções com estas mudanças de temperatura.
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Aproveitei um dos meus últimos dias em Budapeste para relaxar e escolhemos as termas de Széchenyi, as maiores da Europa, com 15 piscinas e imensos tratamentos disponíveis. Para terem uma noção da importância deste local, parte do edificio está destinado exclusivamente a tratamentos fisiátricos, prescritos pelos médicos húngaros. O preço de entrada neste complexo é de cerca de 15€, um preço que para os serviços que oferecem é excelente, mas conseguem sempre algum tipo de desconto se conseguirem arranjar aqueles livrinhos de desconto que dão nos autocarros hop on-hop off.
Por isso não há muitas fotografias, apenas esta que partilhei nessa altura no Instagram.

Então o que fizemos a nível de relaxamento? Saltávamos de piscina em piscina, para experimentar diferentes temperaturas. Uma das melhores coisas a fazer é passar da piscina mais fria (a cerca de 15ºC graus) para a piscina mais quente (a 40ºC graus) ou então entrar na sauna a 60 ºC, passar para a salinha dos 85ºC e depois tomar um duche de água fria. A sério, estas variações térmicas forma das coisas mais agradáveis que já senti, principalmente porque nesta altura já eu estava toda "rota", como se costuma dizer, já tinha os músculos cansados, cãimbras de tanto andar durante um mês.
As termas de Gellért, localizadas no hotel com o mesmo nome (e que inspirou a fachada do edifício do filme The Grand Budapest Hotel) e datam da altura da Idade Média, econtrando-se praticamente comservadas desde essa altura.
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Espero que tenham gostado deste post e se algum dia forem a Budapeste, pelo menos um destes sítios é local de passagem obrigatória. Não se vão arrepender!










