Budapeste - Na linha Millennium

março 26, 2016 Sofia Ferreira 1 Comments

A linha de metro Millennium, ou M1, ou földalatti, é a linha de metro mais antiga da Europa Continental e a segunda mais antiga do mundo (a primeira é Budapeste), passando por baixo da avenida Andrássy. Permite visitar imensos lugares, como a Ópera, a Praça dos Heróis e museus como o House of Terrors e de Belas Artes. Além disso, se o vosso objetivo for fazer compras em lojas super exclusivas, como Louis Vitton e Gucci, é esta avenida que têm de percorrer. É também numa das paragens que começa as Free Walking Tours, que são, como o próprio nome indica, tours pela cidade, de borla, e que eu vou falar noutro post mais à frente.



Na nossa primeira paragem (Opera) visitamos... a Ópera como o próprio nome indica. Eu espreitei lá dentro, queria mesmo ver o palco e os interiores, que pelas fotos em exposição eram absolutamente lindos, contudo o preço era um exagero (mais de 10 euros), portanto fiquei mesmo pela entrada.




Depois continuamos a andar pela avenida e passamos em dois locais muito giros, indicados pelos húngaros. O primeiro foi uma super loja de doces (Sugar!) que tinha um gelado incrível que custava menos de 1€ e um monte de doces, chocolates, cupcakes. O outro foi o Bar 360º que fica no topo de um prédio e tem uma vista panorâmica fantástica sobre a cidade. O ambiente é muito tranquilo, a música muito agradável, mas isto tudo tem um preço (elevado).










Voltámos ao metro e saimos na paragem Hősök tere e visitamos a famosa Praça dos Heróis e andamos um pouco pelo parque da cidade, que têm várias atrações como o castelo de Vajdahunyad, o Zoo e as Termas Széchenyi. Já estava um bocado escuro quando chegámos lá portanto não há assim muitas fotos, mas é um local fantástico para um passeio ao fim do dia. Como era Verão, havia concertos ao ar livre quase todos os dias. No dia que lá fomos tocou uma banda húngara do género pop-rock alternativa.Óbvio que não percebia nada da letra mas a sonoridade era muito boa (do género Radiohead).




















Esta obra foi feita em honra ao notário e cronista do rei Béla III, que registou grande parte da história da Hungria. Ninguém conhece a sua identidade. 


Eu visitei as termas mais no fim da viagem para relaxar e farei outro post noutro dia. Também irá ter direito a pelo menos um post (ou mais, eu gostava de fazer uma coisa mais elaborada com o material que recolhi) o museu House of Terrors, que é um dos museus de história do século XX mais importantes do mundo e foi uma experiência que me marcou.
Portanto continuem a acompanhar :)
xoxo

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