sábado, 19 de março de 2016

Budapeste - o planeamento

Antes de começar a enxorrada de fotos que vêm aí (até porque vou ter de selecionar e fazer pequenas edições), gostava de começar por falar de generalidades.
A escolha da Hungria para fazer intercâmbio para foi parcialmente aleatória. Inicialmente, queria imenso fazer intercâmbio na Itália, Eslovénia ou Croácia mas, feliz ou infelizmente, essas vagas esgotaram-se bem antes de chegar a minha vez de escolher. Depois de ter perguntado a alguma pessoas em grupos de facebook, todos me tinham falado nuito bem de Budapeste e, assim, eu escolhi uma vaga na Hungria.


O quê que eu conhecia do país e de Budapeste naquele momento?
Basicamente, quase nada. Sabia que era um país da Europa Central, que fazia fronteira com muitos países e que Budapeste era uma das cidades mais bonitas e baratas da Europa.

Portanto, como podem ver foi literalmente uma descoberta.



PREÇOS
É uma cidade extremamente barata. Quão barata? Por 200 ft (sensivelmente 0,65 euros, ou seja, o preço de um café), conseguiamos comer uma fatia generosa de pizza no metro (Trio Pizza) que por acaso até era bem boa. Óbvio que comer todos os dias pizza e no metro não é propriamente aquilo que se quer, mas até os restaurantes não eram nada caros (por 5-7€ conseguia-se comer pratos bem recheados, acompanhados de copo enorme de cerveja).

METRO E TRANSPORTES PÚBLICOS
Há linhas menos ou mais modernas, mas na generalidade achei a rede de transportes em Budapeste excelente, com pouco tempo de espera, incluíndo à noite, onde um autocarro faz o mesmo percurso do metro. Reltivamente ao preço, é mais barato que em Portugal principalmente o passe de estudante que me custou à volta de 10€ para o mês inteiro e para todas as linhas e tranpsortes (autocarro, ferry, metro, elétrico). Cuidado com os revisores que eles gostam de apanhar turistas desprevenidos. Antes de entrarem na plataforma do metro têm de "picar" o bilhete e depois mostrar ao revisor.

File:M3 Nagyvárad tér 1.jpg
Nagyvárad ter - A estação de mtero que ficava mais próxima da residência universitária (imagem retirada do Wikipédia)
HÚNGAROS
Há medida que vou viajando, chego à conclusão que não há povo tão amigável e hospitaleiro como os portugueses. Não me levem a mal, existem muitos húngaros simpáticos (os estudantes que nos acolheram, muitos médicos e enfermeiros, pessoas na rua que estavam sempre dispostas a ajudar), mas na generaldiade achei um povo muito frio e pouco aberto a conversações. Acredito que esteja relacionado com a história deste povo, principalmente no último século, relacionada com a queda do Império Austríaco-Húngaro e com as invasões nazi e soviética. Além disso, ainda existe a barreira linguística já que a língua magiar é muito diferente e dificil de perceber e ainda não existem muitas pessoas fluentes em inglês.

PORTUGAL-HUNGRIA
A viagem pela TAP na altura custou-me 250€ ida e volta e reservei-a com 3 meses de antecedência. Embora acredite que poderia haver preços mais baratos (para pesquisa e comparação de preços recomendo o site Skyscanner), o facto de poder levar uma mala de 23 kg (com a opção de 10 kg adicionais noutra mala, se apresenta-se a documentação de estágio universitário) mais a bagagem de mão, visto que eu iria ficar lá um mês, foi o maior ponto a favor.

Mais à frente irei falar sobre outros aspectos como alojamento e altura do ano a visitar
Espero que tenham gostado
xoxo

1 comentário:

  1. Agora que falas melhor de Budapeste, percebo que é mesmo uma cidade interessante!

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