Budapeste - ilha Margarita

novembro 22, 2016 Sofia Ferreira 5 Comments


Olá!!
Como prometido, aqui vai o segundo post.
À tarde, revisitamos e explorámos melhor a ilha Margarita, que se encontra no meio do rio Danúbio e que tem 2,5 km de extensão. Aqui podemos encontrar desde fontes musicais a jardins temáticos, salas de espetáculos, hóteis, ruínas e até piscinas.

A primeira paragem é nesta Fonte da Música (Zenélő szökőkút), mesmo à entrada da ilha. No verão, aliam a música a efeitos especiais com a água, num espetáculo se repete de hora a hora.




Na ilha podemos encontrar uma espécie de mini-jardim zoológico. Ora, eu, pessoalmente, não pago para ir a jardins zoológicos porque não concordo com a exploração que se faz a animais que não se encontram no seu habitat natural. A excepção vai para aqueles que abrigam animais que antes eram usados noutras formas de entretenimento cruel, como circos. Aqui, apesar dos animis estarem confinados a um espaço (mais para protecção contra seres humanos do que para evitar que fugissem), pelo menos as aves tinham "liberdade" para voar.










De facto, aquilo que pauta a beleza desta pequena ilha é mesmo a existência de vários jardins, que estão meticulosamente arranjados. São espaços onde turistas e locais aproveitam para fazer um piquenique, ler um livro ou disfrutar do bom tempo.







Esta ilha não se chama Margatira por acaso. Na verdade, é uma homenagem a Margarida da Hungria, que viveu num convento (que por obra do tempo está em ruínas) aqui localizado, em grande devoção religiosa. Este convento foi contruido sob as ordens do rei Bela IV, como promessa a Deus, para que o pais não fosse mais invadido por outros povos pagãos (na altura após a invasão mongol). Funcionou até o século XVI, altura da invasão turca. Depois, por altura do Império Austrio-Hungaro, a ilha foi transformada em vários jardins, com inspiração no palácio de Schönbrunn (o qual eu vou mostrar mais para a frente quando escrever sobre a Viena)







Também podemos encontrar um jardim, com inspiração oriental.










Por fim, ao chegar ao fim da ilha, encontramos a versão mais moderna de Budapeste.


Assim, com este post termino todo o relato do meu mês em Budapeste. Sinto-me um bocado nostálgica pois foi aqui que vivi dos melhores momentos da minha vida. Contudo, a aventura no estrangeiro ainda não terminou. Falta-me falar um bocadinho das viagens a Bratislava e Viena. 

xoxo

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